Polícia Civil aumenta grau de resolução dos crimes envolvendo mortes violentas

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Os casos de mortes violentas na Região Metropolitana de São Luis alcançaram 51% de solução em 2018, segundo a Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). Ou seja, mais da metade destes crimes no período tiveram a autoria indicada com a prisão dos suspeitos. O índice ultrapassa o de 2017, que pontuou 48%. O avanço é fruto de investimentos do Governo do Estado na reestruturação da Segurança Pública que inclui aquisição de novos e modernos equipamentos com tecnologia de ponta e estrutura física adequada.

Cresceu, também ,o número de atendimentos realizados no local da ocorrência. Enquanto em 2017, a polícia esteve em 70% dos locais de homicídios, em 2018 esse índice cresce para 76%. A estatística refere aos casos investigados nos municípios de Raposa, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e a capital, São Luís.

O trabalho investigativo tornou-se mais qualificado com a implantação da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). O órgão integra a estrutura da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e funciona desde 2015, primeiro ano da gestão Flávio Dino. A Polícia Civil passou a contar com o Plantão de Homicídios e a Delegacia Móvel, possibilitando ao policial realizar a investigação no próprio local de ocorrência.

“A redução dos homicídios é uma prioridade da Segurança Pública, pois reflete na queda de outras criminalidades. A SHPP é um dos muitos e importantes investimentos do governo estadual em nossa polícia. A instituição tornou possível ampliarmos, qualificarmos e especializarmos ainda mais a investigação deste e outros crimes”, pontua o delegado geral de Polícia Civil, Leonardo Diniz.

Com a implantação da superintendência especializada, os assassinatos diminuíram e as investigações foram aprimoradas, ressalta o titular da SHPP, delegado Lúcio Reis.  “A estratégia tem sido a atuação integrada das polícias e a execução de operações direcionadas para conter este crime. A Segurança Pública e todo o aparato do Estado nesta área tem sido colocados à disposição, sempre que necessário, e assim, temos conseguido resultados positivos nas investigações”, reforçou o superintendente de Homicídios.

A SHPP agrega o Departamento de Homicídios da Capital (DHP); Departamento de Proteção à Pessoa (DPP), que investiga os latrocínios e desaparecimentos; a Delegacia Móvel, atende o caso no local e funciona 24 horas; e o Plantão Central de Homicídios, com média de 60 registros por mês e os encaminha às delegacias de área – Norte, Sul, Leste e Oeste. Somam na força-tarefa investigativa o Serviço de Inteligência com apoio do Centro Integrado de Polícia e Segurança (Ciops), Instituto Médico Legal (IML) e Instituto de Criminalística (Icrim).