Governo reúne com entidades representativas de escolas particulares no Maranhão

Reunião contou com dirigentes de escolas particulares de São Luís (Foto: Reprodução)

Para alinhar ações e discutir apoio mútuo entre a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e entidades representativas da rede particular no Maranhão, como o Sindicado dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão (Sinepe-MA) e a Associação Maranhense das Escolas Particulares (AMEP), gestores dessas instituições se reuniram, nesta terça-feira (6), de forma remota, em São Luís.

Seguindo determinação do governador Flávio Dino, o alinhamento entre as redes de educação pública e particular, com o apoio de outros órgãos como Ministério Público e Conselho Estadual de Educação, vem ocorrendo desde o ano passado, quando as escolas em todo o estado precisaram suspender as atividades presenciais em virtude da pandemia da Covid-19.

“Sabemos dos prejuízos que nossos estudantes tiveram durante esse período distante da escola. É preciso que todos façam sua parte para manter o vínculo do aluno com a escola”, enfatizou o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, acrescentando que a rede particular possui autonomia quanto ao calendário escolar e tem autorização em decreto estadual para que mantenha o ensino híbrido. “Contem com todo o apoio do Governo do Estado nesse momento”, reforçou Camarão.

O presidente do Sinepe-MA, Paulino Pereira, destacou as medidas de biossegurança adotadas pelas escolas particulares e ressaltou que houve investimento em conectividade e infraestrutura para esse momento de pandemia. Também solicitou apoio da Seduc para que as férias escolares ocorram no mês de julho nas redes de ensino. “Nós agradecemos pelo apoio da Seduc e toda a sua equipe”, realçou.

A doutora Ana Menezes, diretora de escola particular em São Luís, também lembrou da importância de manter o vínculo da escola com o aluno. “Temos tido contato direto com os estudantes da 3ª série do Ensino Médio, por exemplo, e eles desejam estar na escola, preferem as aulas presenciais ao ensino remoto”, disse.

A professora Elsa Balluz, 1ª vice-presidente do Sindicato, apontou que a preocupação de todos é que as crianças e os adolescentes estejam cada vez mais vinculados à escola nesse momento de pandemia. “Estamos tentando mitigar os impactos negativos da pandemia na educação. A volta ao ambiente escolar é fundamental, como os próprios alunos relatam. Estamos fazendo um trabalho de acolhimento desde o ano passado, portanto, a escola é essencial para o bem-estar de nossos alunos”, concluiu.

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