Instituições propõem parcerias para ampliar os números de cobertura vacinal de aftosa em todo o Maranhão

Videoconferência reuniu secretários municipais e representantes de diversas instituições.

Em videoconferência realizada na manhã desta terça-feira (9), com o apoio de várias instituições, foram debatidas parcerias institucionais para recuperação de inadimplentes em áreas de maior vulnerabilidade para febre aftosa. Isso significa que em todo estado é fator primordial que o Maranhão atinja alto índice de cobertura vacinal para aftosa, ou seja, bem acima dos 90% estabelecido pelo Ministério da Agricultura para que se possa iniciar o processo de retirada da vacina, avançando ainda mais no status sanitário de zona livre de febre aftosa.

Com participação de secretários municipais de Agricultura, representantes da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA), da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranhão (Fetaema), da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e da Faema/Senar, a realização da videoconferência já foi um dos cumprimentos das demandas apresentadas durante o Fórum de Vigilância sobre a Febre Aftosa, realizado no mês passado. 

A integração por meio de parcerias institucionais e o diálogo com produtores rurais fazem parte das metas do Plano Estratégico para Erradicação da Febre Aftosa. É necessário, conforme foi apontado durante a videoconferência, a parceria formalizada na base do processo em atendimento ao agricultor familiar para diminuir a inadimplência e já contar com o apoio dos pequenos produtores rurais para a próxima etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa a ser realizada em maio deste ano.

Videoconferência reuniu secretários municipais e representantes de diversas instituições.

A palestrante do evento, Margarida Prazeres, ponto focal do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa no Serviço Veterinário Estadual, falou sobre a importância de todos estarem inseridos no processo para que o Estado possa atingir altos índices vacinais nas próximas campanhas. 

De acordo com o Ministério da Agricultura, desde 2006 o Brasil não registra casos de febre aftosa. A retirada da vacina é processo que inclui o aumento de ações de prevenção à doença. Com os cumprimentos das metas do Plano Estratégico, a previsão, segundo o Ministério da Agricultura, é de fazer a retirada da vacina em 2023.

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