Com ajuda de obras do Governo do Maranhão, Construção Civil criou milhares de empregos

Obras do Hospital da Ilha em São Luís (Foto: Divulgação)

No Maranhão, um em cada três empregos novos com carteira assinada em 2019 foi criado na Construção Civil. Das 10.707 vagas geradas no ano passado, 3.229 foram no setor, de acordo com o Ministério do Trabalho. 

Além dos investimentos da iniciativa privada, as obras do Governo do Estado em todas as regiões também contribuíram para o desempenho positivo. São obras que já foram entregues ou seguem em execução.

Foram mais de 200 quilômetros em estradas no ano de 2019, por exemplo. Entre elas, MA-270, de Sucupira do Norte a Pastos Bons, no Leste; a MA-012, entre Barra do Corda a São Raimundo do Doca Bezerra; a MA-272, de Barra do Corda a Fernando Falcão; e a MA-275, entre Sítio Novo e Amarante, na região central.

No esporte, também houve várias entregas, como em João Lisboa e Amarante, que receberam um Complexo de Esporte e Lazer, com estrutura completa. Ou praças públicas em São Francisco do Brejão, João Lisboa e São João do Paraíso. 

Na saúde, está em curso desde o ano passado a construção do Hospital da Ilha, em São Luís, com mais de 200 leitos na primeira fase. A unidade vai desafogar os Socorrões municipais. 

Ainda em São Luís, as obras da extensão da Litorânea movimentam a Construção Civil. Na Baixada, a ponte Central-Bequimão é uma das maiores que a região já recebeu. 

Na Educação, dezenas de escolas e obras também aqueceram o setor. Entre elas, novos Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), que oferece ensino integral profissionalizante. 

Entre as obras de Imperatriz, em 2019, estiveram o novo Calçadão da cidade, que recebeu cobertura, e a reforma completa e a climatização do Centro de Convenções. E o Centro de Ciências Agrárias da UemaSul está ficando pronto.

Sequência

O Maranhão teve em 2019 o terceiro ano seguido de criação de novos empregos com carteira assinada. 

Desde 2017, a curva vem subindo. Naquele ano, tinham sido 1.221 postos. Em 2018, subiu para 9.649. E agora, quase 11 mil.

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