Secretaria da Saúde reúne gestores para avaliar ações de combate à malária e arboviroses

 Participantes da reunião avaliaram a situação epidemiológica das doenças com objetivo de traçar estratégias. (Foto: Julyane Galvão)

Participantes da reunião avaliaram a situação epidemiológica das doenças com objetivo de traçar estratégias. (Foto: Julyane Galvão)

Gestores municipais e regionais de saúde participaram nesta quarta-feira (22) de encontro para avaliação das ações de controle da malária e arbovirores (dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela) no Maranhão.  O evento, realizado pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem como objetivo analisar e discutir ações desenvolvidas em 2017 e avaliar o plano de ações para 2018.

O secretário adjunto da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, Marcelo Rosa, explicou a importância do trabalho. “É um momento de avaliação e planejamento da Rede de Saúde para melhorar ainda mais os índices de redução da doença no estado. Precisamos trabalhar tendo clareza de propósito e de situação, e nós, estamos fazendo a coisa certa”, concluiu.

A Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES apresentou a situação epidemiológica da malária e arbovirores no Maranhão, além do plano de ações de 2018, visando definir estratégias para cumprimento de metas estabelecidas para o controle e redução da malária no Brasil, além de manter a queda no número de casos de arboviroses.

“Essa reunião serve para fazer uma avaliação da situação epidemiológica dessas doenças com a intenção de eleger estratégias para contenção e prevenção nos municípios maranhenses”, destacou a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Maria das Graças Lírio.

Segundo o Ministério da Saúde, as ações desenvolvidas nas áreas de maior incidência da malária têm favorecido para evitar a proliferação da doença. “Alguns estados tem avançado e apresentaram redução, mas temos outros em estado críticos. Atualmente a malária se concentra nos nove estados da região Amazônica, sendo que em seis destes estados tem mais de 80% dos casos. O Maranhão teve um aumento, mas focalizada na divisa com o estado do Pará, ou seja, no restante do estado está controlado”, avaliou a consultora do Ministério da Saúde Juliana Rossi.

Para o gestor da Regional de Saúde de Açailândia, que engloba outros oito municípios, José Lima Neto, o encontro favorece as políticas de enfrentamento aos vetores que causam as doenças sazonais. “Essas discussões servem para nos situarmos sobre a realidade do Maranhão, para que a gente possa estar levando para nossas regionais e municípios informação para que façamos as ações de cada município de forma separada e contínua”.

Encontro

O encontro que segue até amanhã (23), terá debates referentes às ações e resultados obtidos em 2016 e alguns resultados já monitorados em 2017. Apoiadores municipais realizarão também apresentações das ações referentes às atividades de educação em saúde e mobilização social desenvolvidas nos municípios.

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