Razões para Investir
INVESTIR NO MARANHÃO: UM ÓTIMO NEGÓCIO
Todos os estados têm seus atrativos e cada qual procura apresentar aquilo que mais lhe parece vantajoso. Que tal, então, um Estado cortado por três ferrovias, boas estradas e rodovias, portos com os maiores calados do mundo, terras agricultáveis a perder de vista, riquezas minerais diversificadas e abundantes, energia elétrica farta e disponível, água da chuva e dos rios à vontade?...
Pois o Maranhão tem tudo isso -e muito mais. E como se tudo isso não bastasse, tem ainda um programa de incentivos a investidores que é destaque pelas suas grandes peculiaridades. Quem conhece confirma: o Maranhão é hoje um dos principais destinos de investimentos no país, com grandes projetos em implantação e um significativo número de cartas-consulta em análise. Esta é a nossa presente realidade. De norte a sul do Estado há uma inquieta movimentação. Novos projetos sendo tocados e antigos projetos sendo retomados, num claro indicativo de que nenhuma iniciativa deve ser desprezada neste venturoso momento.
Grande produtor da soja brasileira de hoje, nosso território continua a receber novos investidores atraídos pelo sucesso da colheita dos pioneiros. E há espaço para muito mais! Os baixíssimos custos de produção e transporte configuram-se como um dos principais diferenciais. Começa também a despontar como grande na cadeia de produtos industriais ligados ao cereal, movimento capitaneado por um importante grupo empresarial no município de Porto Franco, e que será por certo o embrião de inúmeras outras atividades relacionadas com a produção de óleos, suinocultura, avicultura, etc.
Se o assunto muda de cultura e o tema passa a ser cana-de-açúcar, ou mamona, e biocombustíveis, o certo é que não se poderá falar daqui por diante em energia renovável sem incluir o Maranhão. O álcool e o diesel originados destas e de outras plantas terão com certeza no Estado um dos grandes celeiros para a demanda mundial que se avizinha.
As oportunidades são muitas e nos mais variados segmentos. A gipsita de Grajaú, aflorando à terra com a sua incomparável qualidade e com suas enormes quantidades já levantadas, convida a investimentos que vão desde o gesso corretivo para o campo, até os mais nobres aproveitamentos na construção civil. Os mais de seiscentos quilômetros de costa – já toda mapeada - oferecem um enorme atrativo para investimentos em maricultura, especialmente o camarão. Frutas, mel, fertilizantes, produtos artesanais, constituem-se também em caminhos seguros para aplicação de capital e trabalho com sucesso garantido.
Possuidor do segundo maior rebanho bovino do Nordeste, com quase cinco milhões de cabeças, a indústria do couro será sem dúvida uma outra ótima oportunidade de investimento. As condições naturais do solo e o regular regime de chuvas favorecem a expansão da própria atividade pecuária já hoje existente, podendo o rebanho ser ainda consideravelmente aumentado.
Alguns dirão que os indicativos aqui apresentados são de ordem geral e que, mal ou bem, qualquer outro estado terá aqui e ali uma ou outra vantagem, ou desvantagem, nesse ou naquele ponto. O Maranhão estaria, assim, apenas enquadrado numa média razoável ou, quando muito, um pouco acima dela. Ponderação aparentemente aceitável, tal argumentação deixa, contudo, de prosperar quando tomamos alguns aspectos mais em particular para análise. O nosso clima, por exemplo, apresenta regularidade ímpar, não reservando surpresas para o plantio ou para a colheita. A chuva e a estiagem têm aqui data marcada para acontecer e o agricultor ou o pecuarista, a quase certeza de que as nuvens, ou a ausência delas, ocorrerão sempre no momento certo; as séries históricas do fenômeno assim o atestam.
Por outro lado, a produção que aqui se realizar terá inúmeras vantagens comparativas, relacionadas com a logística, que certamente destoarão da maioria das outras praças. Seja pela superposição de infra-estruturas, facilitando o recolhimento e a distribuição dos produtos, seja pelo encurtamento de distâncias para destinos europeus, centro ou norte-americanos, ou, ainda, para muitos outros que tomarmos para comparação, a logística dessas operações será enormemente racionalizada e barateada se o ponto de partida for o Maranhão.
Apoio institucional também não faltará aos investidores que para cá vierem, ou para os que aqui já estão. Os atrativos vão desde significativas reduções de impostos e tributos até concessões de áreas a preços subsidiados. Em casos especiais de atividades pioneiras, ou intensivas em mão-de-obra, a renúncia fiscal poderá alcançar até três quartos dos impostos devidos e as áreas solicitadas concedidas a preço apenas simbólico.
Todos os estados têm lá seus atrativos. Podemos garantir, no entanto, que o Maranhão atualmente é destaque se o assunto for investimento. E se o que aqui foi referido parece ainda pouco ao analista mais exigente, mister faz-se argüir que muitas outras oportunidades sequer foram ainda lembradas. Não tratamos, por exemplo, dos investimentos bilionários ora em curso, na expansão de uma grande fábrica de alumínio aqui já instalada, e que vão gerando centenas de novas oportunidades de grandes negócios; ou do mega empreendimento siderúrgico ora em negociação – da ordem de dois e meio bilhões de dólares – que determinará um impacto sem precedentes na nossa economia e possibilitará o surgimento de um sem-número de negócios satélites ligados à produção do aço. E não poderíamos falar em oportunidades de investimentos sem lembrar também do turismo na capital São Luís – patrimônio da humanidade -, nos Lençóis maranhenses ou nas imensas cachoeiras do sul do Estado.
Finalmente, e por uma questão de justiça ao líder isolado de nossa economia por décadas e décadas, cumpre-nos registrar com muita esperança que uma nova onda de aproveitamento do babaçu começa a ser retomada por aqui.
É isto um pouco do nosso grande Maranhão de hoje. E é ver para crer.
