linha

Livros

Coleção Maranhão Sempre é coleção de livros que resgata nossa memória

"Em comparação com outras regiões brasileiras, o Maranhão encontra-se em posição de preeminência sempre que se consideram a sua riqueza cultural e a abundante bibliografia, que acompanha a sua própria História, desde a crônica dos tempos coloniais.

Ontem, como hoje, figuras do maior renome, nascidas ou vividas no solo maranhense, explorando os mais distintos campos de atividade do espírito, escreveram uma obra de imensa - uma rica e variada biblioteca - que, sem dúvida, constitui a nota de singularidade, por excelência, com que esta parte do Brasil se apresenta ao concerto de toda a nacionalidade.

O Governo do Estado, consciente desse precioso patrimônio legado do passado ao presente e plataforma para a mais sólida edificação do futuro, sente-se orgulhoso de lançar a coleção Maranhão Sempre, que possibilitará aos estudiosos e ao público interessado ter à mão o acervo do que de mais significativo aqui se escreveu, como registro de quase quatrocentos anos da História desta terra,cuja capital, antes chamada Atenas Brasileira, é agora, por título da Unesco, Patrimônio Cultural da Humanidade".

Os Canhões do Silêncio
Autor: José Chagas Durante mais de duzentas páginas pode-se ouvir o canto do poeta José Chagas n'Os canhões do silêncio. Ainda bem: Chagas é uma das vozes mais puras da moderna poesia nacional e tem como pucos a consciência de seu ofício. (Lago Burnett).

O caso Pontes Visgueiro Um erro judiciário
Autor: Evaristo de Moraes Esta obra tem como tema um dos mais famosos crimes passionais a abalar a vida da Província maranhense durante o regime monárquico. Quem o relata e o analisa neste livro é Evaristo de Moraes, criminalista de extensa bibliografia na história do Direto Penal brasileiro.

Jornada do Maranhão Por ordem de Sua Majestade feita o ano de 1614
Autor: Diogo de Campos Moreno Livro importantíssimo que constitui a certidão de batismo das guerras de nossa conquista, um relato minuncioso feito por quem delas participou e comandou, elaborado com base nos menores detalhes.

Memórias dos sertões maranhenses
Autor: Francisco de Paula Ribeiro Francisco de Paula Ribeiro, bravo comandante português, talou as entranhas territoriais do Maranhão no desempenho de penosos e relevantes serviços à causa portuguesa no último quartel do Período Colonial. Desse trabalho de reconhecimento resultaram estas Memórias, que ora, pela primeira vez, se reúnem em livro.

O Bequimão Esquisso de um romance
Autor: Clodoaldo Freitas O Bequimão é uma narrativa capaz de suscitar múltiplas e variadas leituras. Ao tomar como objeto um dos mais legítimos e controvertidos episódios da riquíssima história colonial do Maranhão dos idos do século XVII - a tão conhecida revolta de Beckman -, recupera camadas densas e superpostas da história e da memória, cujo olvido é ameaça permanente do tempo.

Memória sobre a tipografia maranhense
Autor: J. M. C. de Frias Este livro, escrito para figurar, ao lado de três outros títulos, como a contribuição da Tipografia Frias para a Exposição Provincial do Maranhão, aberta em São Luís a 18 de julho de 1866, exerceu, naquele importante evento, a função de livro-objeto avant la lettre. E isso pelo esmero com que o texto foi composto, compaginado, revisto e impresso

Sessenta anos de Jornalismo: A imprensa no Maranhão
Autor: Ignotus (Joaquim Serra) São poucos e, já por isso mesmo, preciosos os estudos sobre a imprensa no Maranhão. Este é um dos primeiros e ainda um dos melhores, tanto por seu objeto específico como pela importância de quem o escreve. Por seu objeto específico, porque a história que aqui se conta parte de seus primórdios e cobre o desenvolvimento do jornalismo maranhense ao longo de quase todo o Regime Imperial brasileiro.

A obra escultórica de Newton Sá
Autor: Raimunda Fortes A obra escultórica de Newton Sá toma como unidade básica de estudo um artista maranhense para contextualizar historicamente a escultura brasileira no século XX.

História do Maranhão
Autor: Mário Meireles Largo painel da História do Maranhão no que ela tem de mais significativo para a História do Brasil.

Encantaria de "Barba Soeira" Codó, capital magia negra?
Autor: Mundicarmo Ferretti Abordagem sobre a denominação religiosa afro-brasileira do interior do Maranhão conhecida como Terecô.O livro é destinado aos interessados em cultura e religião afro-brasileira.

Relação sumária das cousas do Maranhão
Autor: Simão Estácio da Silveira Espécie de anúncio publicitário destinado a atrair o interesse das pessoas que se interessam por temas do Maranhão.

Estatística histórico-geográfica da Província do Maranhão
Autor: Antônio Bernardino Pereira do Lago Descrição e estudo da topografia e da população, a que se seguem divisão político-administrativa, militar e eclesiástica da província e uma criteriosa análise de fauna e flora; da agricultura, indústria e comércio e da vida de seus habitantes.

Estatística histórico-geográfica da Província do Maranhão
Autor: Rodrigo Otávio Depoimento de um dos heróis do cerco de Caxias sobre a Revolução dos 'Balaios'

Itinerário da Província do Maranhão
Autor: Antônio Bernardino Pereira do Lago Reedição que constitui motivo de regozijo para os que se interessam pela História do Maranhão , em especial pelo" Distrito da ilha de São Luís, d'Alcântara e Guimarães" e "Distrito de Viana e Mearim"

O Maranhão e suas riquezas
Autor: Eurico Teles de Macedo Desperta a atenção para a descoberta dos tesouros que estão à flor do solo do Maranhão.Contém um roteiro promissor de fortuna àqueles que desejam extrair da terra os meios de subsistência.

Memória histórica e documentada da Revolução da Província do Maranhão Desde 1839 até 1840
Autor: Domingos José Gonçalves de Magalhães Primeiro relato de alcance nacional a respeito da Balaiada, contendo como que atas daquela empreitada de guerra, escancarando ações ou camuflando intenções, segundo convinha à voz oficial do Poder e à sua própria ótica.

Obra poética
Autor: Bandeira Tribuzi Nesta obra, que reune todos os poemas publicados do grande maranhense, o leitor poderá conferir os escritos de rimas originais, sofisticados e, ao mesmo tempo, genuinamente populares.

História da missão dos padres capuchinhos na Ilha do Maranhão e suas circunvizinhanças
Autor: Padre Cláudio d'Abbeville Três navios deixaram o país europeu em março de 1612 a fim preprar terreno para a conquista definitiva da "Nova França". Na base da missão estavam os capuchinhos, encarregados de catequizar os nativos.

Viagem ao norte do Brasil
Autor:Yves D'Evreux No começo do século XVII, o norte do Brasil se apresentava como um desafio para a frança de Luís XIII, empenhando em dar cabo ao projeto de seu pai, Henrique, o Grande - também conhecido como o Cristianíssimo - , de instalar uma colônia na terra descoberta pelos portugueses.

Alcântara - Subsídios para a história da cidade
Autor: Antônio Lopes Estudo sobre a venerada cidade, a antiga aldeia dos índios Tupinambás, da lavra de um dos mais lúcidos, criteriosos e infatigáveis de nossos pesquisadores, que foi Antonio Lopes.

O verbo contido - Poesia até aqui
Autor:Manuel Lopes São sete livros no total, e Lopes buscou dar a cada um deles um enfoque diferente sobre a liberdade, a vida, a morte, a paz, o tempo e, principalmente o amor e todas as suas facetas.

Caminhos de São Luís
Autor: Carlos de Lima Se é verdade que as ruas possuem alma, como queria Odylo Costa , filho, e esta alma, além de profundamente sentida, merece ser interpretada, para conhecimento dos que simplesmente as percorrem, descuidados, então o autor de Caminhos de São Luís o conseguiu plenamente.

Cripto maranhenses e seu legado
Autores: Antonia da Silva Mota Kelcilene Rose Silva José Dervil Mantovani Obra de referência, expõe 80 testamentos de pessoas falecidas no Maranhão, entre 1676 a 1799, compreendendo 67 documentos legíveis do Livro de Testamentos.Esboça-se em linhas fortes a organização das famílias, os padrões , a miscigenação e a mistura do português aventureiro com as escravas índias e negras.

Nau de Urano
Autor: Nauro Machado Sonetos [que] nada tem que ver com os velhos sonetos de um tempo em que os poetas sacrificavam o corpo e a alma nas chamas de um holocausto chamado "chave de ouro".[...] Em nenhum momento, o seu discurso poético faz concessões à retórica das amenidades.

Imprimir esta página Recomendar esta página
Navegação