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Espaços Culturais

Casa de Cultura Josué Montello

A Casa de Cultura Josué Montello foi criada pela Lei nº 4.351, de 31 de outubro de 1981, com a finalidade de promover estudos, pesquisas e trabalhos nas áreas de literatura, artes, ciências sociais, história e geografia do Maranhão. Funcionou , inicialmente, em prédio situado no Largo do Ribeirão. Mudou-se, posteriormente, em março de 1990, para um casarão localizado na rua das Hortas, esquina com a Rua dos Coqueiros, que fora adquirido pelo Governo do Estado em 1989.

Seu acervo é composto de, aproximadamente, 35.000 peças, compreendendo coleções de livros raros, publicações avulsas e periódicas nacionais e internacionais, além de um expressivo conjunto de fotografias, fitas gravadas e slides. Porém a razão maior da existência deste espaço cultural deve-se ao fato de contar com a obra completa do Escritor, acrescentada de objetos e documentos pessoais, tais como medalhas, placas decorativas, quadros, manuscritos e vasta correspondência.

Foi recentemente reformada e dotada de serviço de informática.

Funciona das segundas às sextas, das 13 às 19 horas.

Centro de Criatividade Odylo Costa Filho

Centro de Criatividade Odylo Costa Filho tem sua origem no antigo Centro de Artes e Comunicações Visuais - CENARTE, criado pela Lei nº 4.102, de 06 de novembro de 1979. No final da década de 80, sofreu intensa reforma, sendo então aparelhado com teatro, (denominado, atualmente, de Alcione Nazaré), além de cinema, com 120 assentos. Por força regimental, tem o objetivo de promover a produção e a difusão artística do Estado, nas mais diversas formas de expressão, passando pela música, dança, artes plásticas, literatura e artes visuais em geral.

Está localizado no Bairro da Praia Grande, zona histórica de São Luís, ocupando espaço, onde outrora funcionavam tradicionais casas comerciais atacadistas. Foi recentemente reformado e dotado de moderno sistema de climatização.

Esta à disposição dos usuários nos horários matutino e vespertino, oferecendo cursos e oficinas nos mais diversos campos das artes, enquanto suas casas de espetáculo, o cinema e o teatro, realizam sessões no horário noturno.

Espaço Cultural João do Vale

Criado no dia 7 de março de 1995, está localizado na Rua da Estrela, s/n, possuindo capacidade de lotação para um público aproximado de 400 espectadores. Tem por finalidade a realização de programações artístico-culturais em regime de multi-uso ocupacional, promovendo, apoiando e difundindo a arte e a cultura nas suas diferentes manifestações e formas de expressão.

Suas programações de maior sucesso têm sido o festival "Estudantil de Teatro ", o " MPM de Cara Nova " e o Mastro Junino ". Dentre as programações do Espaço Cultural João do Vale, na Praia Grande, denominadas atividades internas, destacam-se: " Em Cartaz ", " Música Popular Maranhense Alternativa ", " Vale quem tem " e " Criança Vai ao Teatro".

Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho

Os embriões do Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho foram o Museu do Folclore e Arte Popular e a Biblioteca do Folclore, criados no ano de 1971, mas somente instalados em 1976, passando a funcionar inicialmente na Rua do Ribeirão e depois na Rua de Nazaré. Em 1977, ocorreu a mudança para a Rua do Giz, ocupando, primeiramente, a casa de nº 205. Em maio de 1982, foi finalmente inaugurado, no sobrado de três pavimentos, do século XIX, nº 221, como Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, uma justa homenagem ao grande escritor maranhense.

Atualmente, o órgão abriga na casa de nº 205 a sua parte administrativa, enquanto a sua área de exposição está localizada no sobrado de nº 221, da referida Rua do Giz.

Este circuito de exposição tem como entrada a Galeria Zelinda Lima, destinada às mostras do conjunto de coleções temáticas como: danças e folguedos (bumba-meu-boi, tambor de crioula, tambor de taboca, dança do lelê, tambaê de caixa, cacuriá, dança do coco, carnaval, careta-reisado da cidade de Caxias); religiosidade (tambor de mina, festa do Divino Espírito Santo, ex-votos, santos, presépios); cultura material indígena; artesanato; brinquedos populares; reciclados,além de coleções adjuntas como as de Domingos Vieira Filho, Nhozinho, João do Farol, Vítor Gonçalves, João Cupertino e da Colônia Nina Rodrigues. Conta, ainda, com uma pinacoteca, um auditório, uma loja de artefatos populares, uma biblioteca e uma oficina de conservação e restauração. O CCPDVF desenvolve, também, atividades de apoio material aos grupos folclóricos regionais e aos grupos de pesquisa e ensino no campo da cultura popular.

O prédio de exposições funciona de terça a sábado, das 9: 00 às 19horas.
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